Aki falaremos um pouco sobre motos, se curti motos não percam oque temos pra vooc .
terça-feira, 20 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Teste: Harley-Davidson Tri Glide Ultra - Melhor de três
Baseada clássica Electra Glide, triciclo da Harley-Davidson acelera na Itália e mira o Brasil
por Carlo Valente
do InfoMotori.com/Itália
com Raphael Panaro
Auto Press
Mesmo entre as marcas tradicionalistas, seja de automóveis ou motocicletas, é preciso inovar. E foi isso que a Harley-Davidson fez ao criar um triciclo batizado de Tri Glide, em 2008. Agora, o mais novo veículo de três rodas da marca norte-americana arruma as malas para desembarcar no Brasil. A histórica fabricante ainda não confirmou a data específica, mas até o final do ano deve aparecer nas concessionárias nacionais. O triciclo até já deu as caras no cenário brasileiro em 2011, durante o Salão Duas Rodas, para um “feedback” local em relação ao modelo. Mas a história de três rodas não é completamente inédita para a Harley-Davidson. Entre 1932 e 1973, a marca produziu veículos desse tipo, mas levavam o nome Servi-Car. Tempos depois, a empresa Lehman Trikes começou a transformar motos da marca de Milwaukee em triciclos. Em 2008, a Harley entrou em acordo com essa companhia para fornecer peças genuínas para a composição. Mas, com a morte do fundador John Lehman, em janeiro de 2012, a Tri Glide passou a ser feita exclusivamente pela Harley-Davidson.
No visual, a Tri Glide é bem parecida com a moto em que é baseada – a Electra Glide Ultra. Além da roda extra na traseira, as diferenças estão nas laterais onde os baús foram suprimidos em função da maior largura e dos pára-lamas das rodas traseiras. Mas essa medida permitiu um ganho de espaço e a instalação de um porta-mala traseiro com chave e boa capacidade de 190 litros – sem contar o tourpak que segue intacto. Na frente, o farol é novo, com luzes diurnas e dois blocos elípticos para os fachos baixo e alto, além das unidades de neblina nas laterais – tudo em led. O conjunto ainda conta com freios de duplo disco com seis pistões na roda dianteira de 16 polegadas, calçadas com pneus 180/65 e pinças da renomada marca Brembo. Atrás, o pneus 205/65 envolvem as rodas de 15 polegadas.
por Carlo Valente
do InfoMotori.com/Itália
com Raphael Panaro
Auto Press
Mesmo entre as marcas tradicionalistas, seja de automóveis ou motocicletas, é preciso inovar. E foi isso que a Harley-Davidson fez ao criar um triciclo batizado de Tri Glide, em 2008. Agora, o mais novo veículo de três rodas da marca norte-americana arruma as malas para desembarcar no Brasil. A histórica fabricante ainda não confirmou a data específica, mas até o final do ano deve aparecer nas concessionárias nacionais. O triciclo até já deu as caras no cenário brasileiro em 2011, durante o Salão Duas Rodas, para um “feedback” local em relação ao modelo. Mas a história de três rodas não é completamente inédita para a Harley-Davidson. Entre 1932 e 1973, a marca produziu veículos desse tipo, mas levavam o nome Servi-Car. Tempos depois, a empresa Lehman Trikes começou a transformar motos da marca de Milwaukee em triciclos. Em 2008, a Harley entrou em acordo com essa companhia para fornecer peças genuínas para a composição. Mas, com a morte do fundador John Lehman, em janeiro de 2012, a Tri Glide passou a ser feita exclusivamente pela Harley-Davidson.
No visual, a Tri Glide é bem parecida com a moto em que é baseada – a Electra Glide Ultra. Além da roda extra na traseira, as diferenças estão nas laterais onde os baús foram suprimidos em função da maior largura e dos pára-lamas das rodas traseiras. Mas essa medida permitiu um ganho de espaço e a instalação de um porta-mala traseiro com chave e boa capacidade de 190 litros – sem contar o tourpak que segue intacto. Na frente, o farol é novo, com luzes diurnas e dois blocos elípticos para os fachos baixo e alto, além das unidades de neblina nas laterais – tudo em led. O conjunto ainda conta com freios de duplo disco com seis pistões na roda dianteira de 16 polegadas, calçadas com pneus 180/65 e pinças da renomada marca Brembo. Atrás, o pneus 205/65 envolvem as rodas de 15 polegadas.
Para dar suporte ao veículo de três rodas, a Harley-Davidson promoveu algumas modificações. O chassi tubular é novo para garantir segurança e conforto. As alterações na aquitetura visaram dar maior rigidez à motocicleta em mudanças de direção e também suportar o peso de 551 kg – em ordem de marcha. Em 2013, a motocicleta ainda passou pelo crivo do Projeto Rushmore, cujo objetivo é melhorar a interação dos usuários com seus veículos. No Tri Glide, surgiram novidades na entrada de ar no para-brisas para diminuir a turbulência e arrasto aerodinâmico, dimmer para o painel central e um sistema de infoentretenimento mais completo, além claro da revisão do motor que ganhou dupla refrigeração. O nome do Projeto vem do monte esculpido com as faces dos ex-presidentes norte-americanos George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, no estado da Dakota do Sul, nos Estados Unidos.
Na parte mecânica, o triciclo utiliza o mesmo propulsor Twin Cooled Twin Cam 103 – número referente ao volume de deslocamento em polegadas cúbicas – da clássica Electra Glide Ultra. O dois cilindros dispostos em “V” de 1.690 cm³ teve o cabeçote refeito, que passa a usar um sistema de refrigeração dupla, com arrefecimento líquido para o cabeçote e a ar para o bloco. O sistema de admissão é novo e privilegia mais força em baixas rotações. O torque agora chega a 14,4 kgfm a 3.250 rpm. A transmissão conta com um câmbio de seis velocidades com o Cruise Drive, onde a sexta marcha funciona como overdrive e faz o motor trabalhar em giros menores para um maior conforto e redução no consumo de combustível.
Como o triciclo é feito para “devorar” quilômetros de estradas, pilotos e garupas mereceram uma atenção extra já que o intuito de uma moto touring é desfrutar cada metro percorrido. A fabricante norte-americana equipou o Tri Glide com algumas comodidades. A começar pelo assento em dois níveis com encosto para as costas do passageiro. Há também plataforma integral para os pés e o porta-malas leva dois capacete. Como uma moto moderna, o triciclo ainda vem com piloto automático, tela de 6,5 polegadas com sistema de navegação, Bluetooth e comando de voz. A qualidade do dispositivo de som é garantida pela marca premium Harman-Kardon – presente em automóveis de luxo –, com alto-falantes na dianteira e também na “ poltrona” do passageiro. A Tri Glide não é um moto barata. Por toda comodidade e por levar a logo da Harley-Davidson, ela custa 36.800 euros – cerca de R$ 111.500. O preço no Brasil não está definido.
Primeiras impressõesComo se fossem duas
por Carlo Valente
do InfoMotori.com/Itália
exclusivo no Brasil para Auto Press
Lombardia/Itália – O passeio começa em um lugar circundado de montanhas e lagos. Nesse cenário, o triciclo da Harley-Davidson mostrou sua peculiaridades, compostura e grande segurança desde que o motor foi ligado. O barulho da Tri Glide não é invasivo no trânsito. Com um escapamento normal, o som do propulsor de 1.690 cc não se identifica com o “ronco” clássico de uma Harley-Davidson. A motocicleta tem um rodar suave como uma seda e transmite uma sensação de liberdade e completo domínio da estrada. O panorama ainda é brindado com as vistas mais deslumbrantes da região.
do InfoMotori.com/Itália
exclusivo no Brasil para Auto Press
Lombardia/Itália – O passeio começa em um lugar circundado de montanhas e lagos. Nesse cenário, o triciclo da Harley-Davidson mostrou sua peculiaridades, compostura e grande segurança desde que o motor foi ligado. O barulho da Tri Glide não é invasivo no trânsito. Com um escapamento normal, o som do propulsor de 1.690 cc não se identifica com o “ronco” clássico de uma Harley-Davidson. A motocicleta tem um rodar suave como uma seda e transmite uma sensação de liberdade e completo domínio da estrada. O panorama ainda é brindado com as vistas mais deslumbrantes da região.
As mudanças de marcha são harmoniosas e o poder de manobrabilidade e de frenagem são excelentes – apesar dos 551 kg. Com fones de ouvidos integrados no capacete, a música a ser ouvida pode ser escolhida por meio de botões no guidão ou direto na tela, que tem um manuseio fácil mesmo que o piloto esteja usando um par de luvas. A conversa com quem vai na garupa também pode ser feita através de microfones no capacete. O mais importante é que, na Itália e em outros países, não é necessário tirar uma nova permissão para dirigir o Tri Glide Ultra. A habilitação para carros de passeio já é o suficiente. Uma facilidade e um estímulo para quem quiser adquirir uma autêntica Harley-Davidson.
Ficha técnicaHarley-Davidson Tri Glide Ultra
Motor: A gasolina, quatro tempos, 1.690 cm³, dois cilindros em V, duas válvulas por cilindro, comando simples no cabeçote e refrigeração mista. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: Não divulgada.
Torque máximo: 14,4 kgfm a 3.250 rpm.
Diâmetro e curso: 98,4 mm X 111,1 mm. Taxa de compressão: 10,0:1.
Suspensão: Dianteira com garfo telescópico e mola helicoidal. Traseira com monoamortecedor e mola helicoidal.
Pneus: 180/65 R16 na frente e 205/65 R15 atrás.
Freios: Discos duplos de 320 mm de diâmetro e pinça com seis pistões na frente e um pistão flutuante atrás.
Dimensões: 2,67 metros de comprimento total, 0,97 m de largura, 1,45 m de altura, 1,67 m de distância entre-eixos e 0,72 m de altura do assento.
Peso em ordem de marcha: 551 kg.
Tanque do combustível: 22,7 litros.
Produção: York, Estados Unidos
Lançamento mundial: 2013.
Preço na Itália: 36.800 euros, cerca de R$ 111.500.
Honda mostra edição especial da Falcon inspirada na Africa Twin
Na segunda quinzena de abril, os fãs da Honda NX400i Falcon vão poder optar por uma edição especial da trail. Chamada de NX Falcon Special Edition, a nova versão trará uma roupagem inspirada na lendária XRV 750 Africa Twin, bigtrail da marca japonesa que fez sucesso na década de 1990 com sua robustez e o torcudo motor V2. Com a cor branca predominante, os grafismos em azul claro e escuro e na cor vermelha homenageiam a Africa Twin. Enquanto os fãs devem curtir, os críticos de plantão irão observar que não há nada de novo, exceto a roupagem.
A edição especial da Falcon vai fazer sua estreia para o público pernambucano (e nordestino), durante o 2º Nordeste MotorShow (Salão Internacional de Veículos de Duas Rodas, Quatro Rodas e Náuticos), que acontece de hoje (10/4) até o domingo, dia 13, no centro de Convenções Pernambuco, em Olinda (PE). Segundo a fabricante, a nova versão da “Falcon” estará disponível nas concessionárias Honda já na segunda quinzena de abril. O preço ainda não foi divulgado.
Além de expor a Falcon Special Edition, a Honda também irá apresentar para o público a nova versão de seu quadriciclo TRX 420 Four Trax. O ATV da Honda teve seu design renovado, principalmente na parte dianteira, recebeu novas carenagens e seu chassi foi redesenhado. A novidade chega ao mercado ainda em abril e estará disponível nas cores verde e vermelho, nas versões 4×2 e 4×4. O preço público sugerido é de R$ 18.890 para a versão 4×2 e R$ 20.990 para a 4×4 (valores base SP e não incluem frete e seguro). Os ingressos para o 2° Nordeste MotorShow custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Para mais informações sobre o evento, acesse www.nordestemotorshow.com.br. (Por Roberto Brandão Filho)
Ducati anuncia produção da aventureira Multistrada 1200 no Brasil
A italiana Ducati anunciou nesta semana a produção nacional da aventureira Multistrada 1200. De acordo com a marca, a montagem da moto acontece no pólo industrial de Manaus, no Amazonas, e faz parte da segunda etapa do plano de montagem nacional da empresa. A big-trail passa a ser o terceiro modelo produzido pela marca no Brasil, unindo-se à Monster 796 e à Diavel. Toda a operação acontece em parceria com a Dafra.
A expectativa é iniciar as atividades produzindo diariamente cerca de 10 unidades. “Números representativos e que nos garantem atender a demanda atual por produtos da marca no Brasil. A iniciativa de investir no aumento da produção reforça, mais uma vez, nossa aposta no mercado do brasileiro”, afirma Ricardo Susini, diretor-geral da Ducati no Brasil. “Queremos tornar operação nacional uma das cinco mais importantes no mundo e principal fornecedora para a região da América Latina”, completa o executivo.
A gama da Multistrada 1200 nacional será composta por três versões: Multistrada 1200, ABS Multistrada 1200 S Touring e Multistrada Pikes Peak. A primeira tem preço sugerido de R$ 59.900 e sai de fábrica equipada com freios Bosch-Brembo ABS 9ME, Riding Modes, Ride-by-Wire, Ducati Traction Control de 8 níveis, painel digital, chave de reconhecimento de presença e faróis diurnos em led.
A intermediária agrega ainda suspensão eletrônica semi-ativa Sachs na dianteira e na traseira que fazem parte do fascinante sistema Ducati Skyhook Suspension, manoplas aquecidas, bagageiro lateral (58 litros) e cavalete central por R$ 71.900.
Por fim, a topo de linha, que sai por R$ 81.900, adiciona entradas de ar frontais, protetor frontal, tampa da correia do comando, para-lama dianteiro e extratores de ar laterais em fibra de carbono; escapamento Termignoni de fibra de carbono, entre outros.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Volta por cima: marcas de motos tradicionais que renasceram após falência
Na história das duas rodas, as marcas europeias e americanas aparecem como as mais importantes, pois criaram a cultura do motociclismo. Porém, nem mesmo a tradição foi suficiente para suportar a concorrência das motos japonesas, que se espalharam pelo mundo na década de 1960, e muitas fábricas dos dois polos, criadas no início do século 20, foram à falência nsse período.
Mas nem tudo estava totalmente perdido: com dinheiro de novos investidores, algumas delas deram a volta por cima e retornaram à vida, preservando a essência do passado em seus novos modelos. Conheça abaixo quatro histórias de montadoras seculares que chegaram a desaparecer, mas estão de volta à ativa e podem até vir ao Brasil nos próximos anos.
Mas nem tudo estava totalmente perdido: com dinheiro de novos investidores, algumas delas deram a volta por cima e retornaram à vida, preservando a essência do passado em seus novos modelos. Conheça abaixo quatro histórias de montadoras seculares que chegaram a desaparecer, mas estão de volta à ativa e podem até vir ao Brasil nos próximos anos.
HOREX
Tradicional fabricante alemã criada em 1923 por Fritz Kleemann, cujo nome une a abreviação "HO" -- de Bad Homburg, cidade alemã onde a marca surgiu -- com a palavra "Rex", usada por seu pai para denominar uma loja de jarras de vidros da família.
Em 25, fundiu-se com a fabricante de motores Columbus e passou a cuidar da produção completa, dando à luz, no fim dos anos 40, a um de seus modelos mais icônicos: o SB 35 Regina. Em 1956, devido às quedas das vendas, a Horex parou de produzir motos e seguiu apenas nos segmentos de ciclomotores, scooters e suprimento de peças para a Daimler-Benz. Quatro anos depois, foi comprada pela Daimler e teve suas atividades totalmente encerradas.
O retorno aconteceu em 2010, durante o Intermot, tradicional Salão de Motos que acontece em Colônia (Alemanha). Lá, a marca apresentou o VR6 Roadster, um modelo totalmente novo. No final do ano passado, anunciou mais duas versões para a motocicleta, VR6 Classic e VR6 Café Racer 33 LTD, e já Atua com concessionários na Alemanha, Suíça e Áustria.
Tradicional fabricante alemã criada em 1923 por Fritz Kleemann, cujo nome une a abreviação "HO" -- de Bad Homburg, cidade alemã onde a marca surgiu -- com a palavra "Rex", usada por seu pai para denominar uma loja de jarras de vidros da família.
Em 25, fundiu-se com a fabricante de motores Columbus e passou a cuidar da produção completa, dando à luz, no fim dos anos 40, a um de seus modelos mais icônicos: o SB 35 Regina. Em 1956, devido às quedas das vendas, a Horex parou de produzir motos e seguiu apenas nos segmentos de ciclomotores, scooters e suprimento de peças para a Daimler-Benz. Quatro anos depois, foi comprada pela Daimler e teve suas atividades totalmente encerradas.
O retorno aconteceu em 2010, durante o Intermot, tradicional Salão de Motos que acontece em Colônia (Alemanha). Lá, a marca apresentou o VR6 Roadster, um modelo totalmente novo. No final do ano passado, anunciou mais duas versões para a motocicleta, VR6 Classic e VR6 Café Racer 33 LTD, e já Atua com concessionários na Alemanha, Suíça e Áustria.
INDIAN MOTORCYCLES
Primeira construtora de motocicletas dos Estados Unidos, a Indian Motorcycles surgiu em 1901, como Hendee Manufacturing Company -- o nome só seria alterado em 1923. Pouco tempo depois, na década de 1910, já havia se tornado a maior fabricante de motocicletas do mundo. Durante a Primeira Guerra Mundial, chegou a enviar mais de 40 mil unidades para os aliados da Tríplice Entente.
Entre 1919 e 22, criou duas de suas motos mais famosas, a Scout V2, em versões de 600 a 1200 cm³, e a Indian Chief. No entanto, depois de suprir motocicletas aos Aliados durante a Segunda Guerra, enfrentou dificuldades para se reinserir no mercado civil e, em 1953, foi à bancarrota.
Desde então, os direitos da marca passaram pelas mãos de diversos empreendedores, mas só a Polaris -- principal fabricante de UTVs e ATVs dos EUA --, em 2011, conseguiu reerguê-la. O processo começou com a produção de um novo motor, o Thunder Stroke 111, e continuou com o surgimento da família Indian Chief, no ano passado, com três versões: Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain. Todas já estão à venda nos EUA e, de acordo com a Polaris, devem chegar ao Brasil em breve, talvez já em 2014.
Primeira construtora de motocicletas dos Estados Unidos, a Indian Motorcycles surgiu em 1901, como Hendee Manufacturing Company -- o nome só seria alterado em 1923. Pouco tempo depois, na década de 1910, já havia se tornado a maior fabricante de motocicletas do mundo. Durante a Primeira Guerra Mundial, chegou a enviar mais de 40 mil unidades para os aliados da Tríplice Entente.
Entre 1919 e 22, criou duas de suas motos mais famosas, a Scout V2, em versões de 600 a 1200 cm³, e a Indian Chief. No entanto, depois de suprir motocicletas aos Aliados durante a Segunda Guerra, enfrentou dificuldades para se reinserir no mercado civil e, em 1953, foi à bancarrota.
Desde então, os direitos da marca passaram pelas mãos de diversos empreendedores, mas só a Polaris -- principal fabricante de UTVs e ATVs dos EUA --, em 2011, conseguiu reerguê-la. O processo começou com a produção de um novo motor, o Thunder Stroke 111, e continuou com o surgimento da família Indian Chief, no ano passado, com três versões: Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain. Todas já estão à venda nos EUA e, de acordo com a Polaris, devem chegar ao Brasil em breve, talvez já em 2014.
MOTO MORINI
Mesmo estando entre as mais famosas do mundo, as marcas italianas também sucumbiram à invasão japonesa. Um exemplo é a Moto Morini, fundada em 1937 por Alfonso Morini. Exatas cinco décadas mais tarde, a fábrica foi vendida para a Cagiva, passando depois a fazer parte do Texas Pacific Group, que também controlava da Ducati.
Só em 1999 os direitos voltaram à família Morini, tendo sido adquiridos pela Morini Franco Motori Spa, uma empresa do sobrinho de Alfonso. Sob essa tutela, a companhia conseguiu sobreviver até 2009, até ser liquidada e ter suas últimas motos leiloadas.
Mesmo estando entre as mais famosas do mundo, as marcas italianas também sucumbiram à invasão japonesa. Um exemplo é a Moto Morini, fundada em 1937 por Alfonso Morini. Exatas cinco décadas mais tarde, a fábrica foi vendida para a Cagiva, passando depois a fazer parte do Texas Pacific Group, que também controlava da Ducati.
Só em 1999 os direitos voltaram à família Morini, tendo sido adquiridos pela Morini Franco Motori Spa, uma empresa do sobrinho de Alfonso. Sob essa tutela, a companhia conseguiu sobreviver até 2009, até ser liquidada e ter suas últimas motos leiloadas.
A reviravolta veio pouco depois: em março de 2012, a Moto Morini anunciou sua volta ao mercado com a produção de uma edição especial, a Rebello 1200 Giubileo. Hoje a marca conta com cinco modelos em sua linha, com vendas espalhadas pela Europa. Todas as motocicletas ano 2014 usam o motor V-Twin, de 1.200 cc, capaz de gerar 135 cavalos de potência.
NORTON MOTORCYCLES
Fundada por James Lansdowne Norton, a fabricante britânica nasceu em 1898, produzindo correntes para bicicletas e motocicletas. Quatro anos depois, passou a fabricar motos próprias, utilizando motores de outras empresas como base. A partir de 1908, começou a produzir motocicletas completas até meados dos anos 70, quando não conseguiu fazer frente à competitividade de rivais nipônicas, como Honda e Yamaha, e faliu.
Fundada por James Lansdowne Norton, a fabricante britânica nasceu em 1898, produzindo correntes para bicicletas e motocicletas. Quatro anos depois, passou a fabricar motos próprias, utilizando motores de outras empresas como base. A partir de 1908, começou a produzir motocicletas completas até meados dos anos 70, quando não conseguiu fazer frente à competitividade de rivais nipônicas, como Honda e Yamaha, e faliu.
Após diversas tentativas de ressurgimento, a Norton enfim se reergueu em 2009, ao ser adquirida por Stuart Garner, um empresário britânico fã da marca. A empresa passou por um processo de reestruturação e voltou a produzir há cerca de cinco anos, em uma fábrica próxima a Donington Park (famoso circuito de corridas).
Em 2012, com o aumento lento e gradativo da produção de três versões da clássica Norton Commando (961SF, 961 Café Recer e 961 Sport), a companhia expandiu seus negócios a outros países da Europa e também para os Estados Unidos.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Motocroos em São Serbastião Do Alto, neste domindo 13 de abril de 2014 vai ser realizado motocross em São Serbastião Do Alto, começa as 10:00, não percam
Fotos do motocross do ano de 2013, pista é luxo de mais. Foram disputadas doze categorias: CG Cross, MX1, MX2, MX3, MX4, Intermediária, Nacional Light, 230CC, 80 cc, 65 cc, Nacional A e Força Livre.
Como montar uma concessionária de motos
As motos vêm ganhando espaço no mercado, nos grandes centros é notável o aumento no número de motocicletas. As motos são símbolo de liberdade e atualmente se tornou um meio mais prático e econômico de transporte.Elas conquistaram a preferência de muitas pessoas de diferentes níveis, estilos e idades.
O estado de São Paulo e todo o interior paulista representam 24% das vendas de motos no país, mas ainda assim as outras regiões são responsáveis por grandes vendas. A procura por motos cresce e da mesma forma surgem as concessionárias especializadas, por isso a decisão do ponto comercial é fator primordial para obter sucesso no negócio.
Antes de escolher o local analise a concorrência e o perfil do público frequentador. Alguns pontos são fundamentais antes da escolha como, preço do aluguel e perfil do público no mesmo padrão da loja. O acesso à loja, estacionamento e visibilidade faz a diferença na hora do cliente escolher o produto.
Para manter o negócio sempre no auge do sucesso a equipe de vendas deve ser diferenciada, no ato da contratação, a escolha por perfis dinâmicos, despojados e comprometidos, trará confiança e garantia de sucesso ao seu empreendimento.
O investimento inicial fica para o ponto comercial, as reformas necessárias, abertura da empresa, marketing, acessórios para o escritório e capital de giro fica em torno de 53 mil reais. Vale lembrar que esse valor não estima o gasto com compras de motos e nem com os gastos dos encargos na abertura de firma e com o quadro de funcionários.
A decoração do ambiente e a iluminação serão fatores determinantes de vendas, por isso invista na decoração de sua concessionária de motos.
Suzuki Inazuma entra na briga com Honda CB 300R e Yamaha Fazer
Suzuki Inazuma quer abalar segmento
Veja Álbum de fotos
Rodamos, em primeira mão, com a Suzuki Inazuma. Apresentada no Salão Duas Rodas 2013, a street de 250 cc é um dos lançamentos mais importantes da marca no Brasil nos últimos tempos. Afinal, ela coloca a empresa na briga em um dos segmentos mais importantes do mercado, com um produto realmente novo.
Ainda sem preço definido, a Inazuma deve chegar às lojas em maio. Algumas concessionárias consultadas estimam o preço do modelo entre R$ 14.500 e R$ 16 mil. Sim, são valores mais salgados que o das principais concorrentes, como o da líder do segmento, a monocilíndrica Honda CB 300R que, com ABS, custa a partir de R$ 13.740; e como o da Yamaha YS 250 Fazer, vendida por iniciais de R$ 11.580. A street de 250 cc da Suzuki, porém, oferece motor de dois cilindros com refrigeração líquida e visual mais moderno.
Além do propulsor de 248 cm³ de capacidade e refrigeração líquida, a Inazuma também aposta em um visual imponente, reforçado pela saída de escape dupla e um design que remete à big naked B-King.
Além do propulsor de 248 cm³ de capacidade e refrigeração líquida, a Inazuma também aposta em um visual imponente, reforçado pela saída de escape dupla e um design que remete à big naked B-King.
Mário Villaescusa
Inazuma tem motor de dois cilindros com refrigeração líquida e visual moderno
PRIMEIRAS IMPRESSÕESAo sentar na moto já é possível notar um painel completo, com conta-giros analógico ao centro, velocímetro digital, marcador de combustível, um relógio, além de informações pouco comuns nas motos dessa categoria -- entre elas, luz de alerta de intervalos de manutenção (que pode ser ajustada pelo piloto), indicador de marcha engatada e um shift light para auxiliar na economia de combustível.
Embora não influa no mapeamento da injeção eletrônica, o dispositivo, batizado de "economode", informa a hora certa de trocar a marcha aproveitando o torque do motor bicilíndrico. Ele pode ser selecionado no modo normal ou no econômico, e ainda existe a possibilidade de desligá-lo.
Mais para trás, o largo banco traz uma generosa camada de espuma, sugerindo bastante conforto em viagens. Os braços chegam com facilidade aos comandos, que oferecem boa ergonomia. Para ajudar, os semiguidões podem ser regulados para se adequar ao tipo físico do piloto. A garupa desfruta de uma visão privilegiada graças ao banco em dois níveis, que a deixa numa posição mais elevada. Ainda há largas alças de apoio para oferecerem boa empunhadura.
Ao ligar o motor, a central eletrônica efetua o check-up, enquanto a bomba pressuriza o combustível, indicando a presença da injeção eletrônica de combustível. O som do propulsor que sai pela ponteira dupla é grave e compassado. As discretas aletas de refrigeração e a ventoinha para ventilação forçada demonstram que a moto conta com um sistema de refrigeração líquida -- um recurso que vem de encontro à proposta da moto, de ser um modelo urbano, econômico e com bom desempenho.
Mário Villaescusa
FICHA TÉCNICASuzuki Inazuma 250
+ Preço: entre R$ 14.500 e R$ 16 mil (estimado).
+ Motor: Dois cilindros em linha, 248 cm³, refrigeração líquida.
+ Potência: 24,5 cv a 8.500 rpm.
+ Torque: 2,24 kgfm a 6.500 rpm.
+ Câmbio: 6 marchas.
+ Alimentação: Injeção eletrônica.
+ Dimensões: 2.145 mm x 760 mm x 1.075 mm (CxLxA).
+ Peso: 182 kg (em ordem de marcha)
+ Tanque: 13,3 litros
TORCUDA
Além da refrigeração líquida, o propulsor tem comando simples no cabeçote e quatro válvulas por cilindros. O projeto deixa clara a opção da Suzuki em oferecer mais torque em baixas rotações do que potência em altos giros. Percebe-se isso ao analisar os números de desempenho da Inazuma: potência de 24,5 cv a 8.500 rpm e 2,24 kgfm de torque, a 6.500 rpm (o corte do motor acontece aos 11.000 giros).
Pode-se notar essa característica nas arrancadas e em manobras em baixa velocidade, quando não é preciso trocar marchas para manter a moto sob controle. Apesar de o torque chegar aos 6.500 giros, a partir de 3.000 rpm já há bastante força para acelerações.
Destaque também vai para o funcionamento suave e linear do motor graças ao uso do balanceiro para eliminar vibrações. Com acelerações vigorosas, a moto vai de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos -- isso, claro, com trocas de marcha no limite da rotação e com o giro do motor lá em cima.
O câmbio, como é típico em motos da Suzuki, tem engates macios e precisos e foi escalonado de forma a aproveitar bem a potência e torque do motor: as primeiras marchas são mais curtas e as últimas, mais longas, como é o caso da quinta e sexta marchas, quase um "overdrive". Em quinta , é possível superar facilmente 140 km/h, mas depois os giros crescem mais lentamente, chegando à máxima de 155 km/h.
Além da refrigeração líquida, o propulsor tem comando simples no cabeçote e quatro válvulas por cilindros. O projeto deixa clara a opção da Suzuki em oferecer mais torque em baixas rotações do que potência em altos giros. Percebe-se isso ao analisar os números de desempenho da Inazuma: potência de 24,5 cv a 8.500 rpm e 2,24 kgfm de torque, a 6.500 rpm (o corte do motor acontece aos 11.000 giros).
Pode-se notar essa característica nas arrancadas e em manobras em baixa velocidade, quando não é preciso trocar marchas para manter a moto sob controle. Apesar de o torque chegar aos 6.500 giros, a partir de 3.000 rpm já há bastante força para acelerações.
Destaque também vai para o funcionamento suave e linear do motor graças ao uso do balanceiro para eliminar vibrações. Com acelerações vigorosas, a moto vai de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos -- isso, claro, com trocas de marcha no limite da rotação e com o giro do motor lá em cima.
O câmbio, como é típico em motos da Suzuki, tem engates macios e precisos e foi escalonado de forma a aproveitar bem a potência e torque do motor: as primeiras marchas são mais curtas e as últimas, mais longas, como é o caso da quinta e sexta marchas, quase um "overdrive". Em quinta , é possível superar facilmente 140 km/h, mas depois os giros crescem mais lentamente, chegando à máxima de 155 km/h.
Mário Villaescusa
Opção da Suzuki foi oferecer bom torque em baixos giros
CICLÍSTICA AJUSTADAAs rodas de liga-leve de 17 polegadas e os pneus de dimensões generosas (são 140 mm de largura na traseira) reforçam o visual robusto. A ponteira de escapamento duplo (um para cada cilindro) e o paralama avantajado conferem à Inazuma porte de moto maior, assim como as aletas do tanque, que trazem piscas integrados, e o conjunto óptico imponente.
Bem comportada nas curvas, a Inazuma mostrou ciclística ajustada para sua proposta. O quadro rígido e o centro de gravidade baixo ajudam a mantê-la no traçado. Calçada com pneus 110/80 R17 na dianteira e 140/70 R17 na traseira, que oferecem boa aderência, ela também diverte em estradas sinuosas. Para auxiliar na "empolgação", a pedaleira é retrátil e conta com pino limitador que avisa a hora de "maneirar".
No quesito freios, a Suzuki instalou discos ventilados de 290 mm (com pinça de dois pistões) na dianteira, e disco de 240 mm (com pinça simples) na traseira. O sistema se mostrou bem dimensionado, até mesmo para frear o peso excessivo -- são 182 kg em ordem de marcha, peso maior que o de qualquer outra concorrente. A Yamaha Fazer, para efeito de comparação, pesa 153 quilos.
Não dá nem para culpar o tanque de combustível, com capacidade para apenas 13,3 litros, já que a Yamaha Fazer comporta generosos 19,2 litros. Não pudemos mensurar o consumo da moto. Mas, na Europa, a Suzuki anuncia 30 km/litro, valor dentro da média da categoria, resultando em autonomia de quase 400 quilômetros.
O que resta agora é saber se essas características serão suficientes para colocar a Inazuma na briga direta com suas oponentes. Produzida em Manaus (AM), ela chega às lojas nas cores azul/branca, preta e vermelha. Tudo indica que seu sucesso (ou fracasso) no Brasil dependerá do seu preço e da habilidade dos concessionários em ressaltar suas virtudes.
No quesito freios, a Suzuki instalou discos ventilados de 290 mm (com pinça de dois pistões) na dianteira, e disco de 240 mm (com pinça simples) na traseira. O sistema se mostrou bem dimensionado, até mesmo para frear o peso excessivo -- são 182 kg em ordem de marcha, peso maior que o de qualquer outra concorrente. A Yamaha Fazer, para efeito de comparação, pesa 153 quilos.
Não dá nem para culpar o tanque de combustível, com capacidade para apenas 13,3 litros, já que a Yamaha Fazer comporta generosos 19,2 litros. Não pudemos mensurar o consumo da moto. Mas, na Europa, a Suzuki anuncia 30 km/litro, valor dentro da média da categoria, resultando em autonomia de quase 400 quilômetros.
O que resta agora é saber se essas características serão suficientes para colocar a Inazuma na briga direta com suas oponentes. Produzida em Manaus (AM), ela chega às lojas nas cores azul/branca, preta e vermelha. Tudo indica que seu sucesso (ou fracasso) no Brasil dependerá do seu preço e da habilidade dos concessionários em ressaltar suas virtudes.
Produção de motos cresce 6,6 % no 1º trimestre
Finalmente uma boa notícia na tradicional coletiva de imprensa que a Abraciclo, associação que reúne os principais fabricantes de motocicletas do País, realiza trimestralmente com o balanço do setor. A produção de motocicletas no primeiro trimestre deste ano foi de 408.665 unidades, crescimento de 6,6% em comparação ao mesmo período de 2013, quando foram produzidas 383.199 motocicletas.
As vendas no varejo (ao consumidor) alcançaram 365.306 unidades, 3,7% superior ao volume obtido no mesmo período do ano passado. Mas, segundo Marcos Fermanian, presidente da associação, por meio da média diária de vendas pode-se fazer uma análise melhor do período: nos meses de janeiro até março de 2014, foram vendidas 5.989 unidades/dia contra 5.869 do primeiro trimestre de 2013.
Embora a notícia seja boa, os fabricantes de motocicleta não se deixam contaminar por um otimismo precipitado. “Os números positivos no período refletem os esforços dos fabricantes e suas redes de concessionárias para a antecipação dos resultados, já prevendo uma possível dificuldade nas vendas por conta da Copa do Mundo”, justifica Fermanian.
Já nos números de março de 2014, o levantamento aponta uma retração nos emplacamentos em relação a fevereiro. No mês passado, foram vendidas 112.212 motos, declínio de 6,1%. Uma das razões para a queda foi o Carnaval, que, neste ano, aconteceu em março, diminuindo os dias úteis de vendas. O próximo “vilão'' que pode prejudicar as vendas de motocicletas, segundo a Abraciclo, será a Copa do Mundo.
Motos premium
Apesar de não serem capazes de mitigar os prejuízos na queda nas vendas de motos registradas nos dois últimos anos, as motos premium continuam em franco crescimento – a Abraciclo considera premium as motos acima de 450 cm³. Entre janeiro e março de 2014, as vendas dos motos acima de 450 cm³ cresceu 20%: passando de 10.798 no primeiro trimestre de 2013 contra 12.988 nos três primeiros meses deste ano.
Em 2013, por exemplo, foram lançados cerca de 29 novos modelos de motocicletas no Brasil, 18 deles neste segmento. E vem mais por aí: ontem a Honda anunciou a chegada da CTX 700N para junho; a inglesa Triumph deve lançar mais um modelo, a Tiger Sport 1050, em breve; a Suzuki já prometeu a nova V-Strom 1000 para a agosto… De acordo com fontes do setor de motos, esses consumidores não encontram problemas para financiar sua nova motocicleta, como o cliente da classe C e D que quer comprar sua 150cc (ou 125cc) para fugir do ônibus lotado ou da falta dele. (Por Arthur Caldeira)
Vendas de motos de alta cilindrada crescem 20% no primeiro trimestre
De janeiro a março, 12.988 unidades foram emplacadas; família 500 da Honda teve participação relevante nesse número
Apesar de representarem apenas 3,5% das motos vendidas no país, os modelos acima de 450cc tiveram crescimento expressivo nos primeiros três meses do ano. Foram comercializadas 12.988 unidades, volume 20,3% superior a igual intervalo de 2013. Vale mencionar aqui a família 500 da Honda, responsável por 11,1% do total das vendas desse segmento – na soma das versões naked (F) e esportiva (R).
De janeiro a março, foram negociadas 36.810 motocicletas de 151cc a 449cc, número 5,5% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Por fim, foram emplacadas 315.508 unidades de modelos até 150cc, 2,9% acima do primeiro trimestre de 2013. Considerando todos os segmentos, o mercado de duas rodas subiu 3,7% no trimestre – 365.306 unidades este ano versus 352.160. Os números são da Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.
Família 500 da Honda representou 11% das vendas do segmento
Vídeo: sete superbikes em guerra
As esportivas de 1.000cc vendidas no Brasil disputam o título de mais rápida em nossa pista de testes
O comparativo de capa da edição de abril é uma disputa por frações de segundo. Reunimos em nossa pista de testes os sete modelos de esportivas de 1.000cc vendidos no Brasil: a nova italiana MV Agusta F4 RR de 201 cv enfrenta a dupla das mais sofisticadas da atualidade, BMW HP4 e Ducati 1199 Panigale R, e as consagradas japonesas Kawasaki Ninja ZX-10R, Honda CBR 1000RR, Yamaha YZF-R1 e Suzuki GSX-R 1000.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Peças de reposição para motos terão selo do Inmetro obrigatório em 2016
Peças de reposição para motos terão selo do Inmetro obrigatório em 2016
Medida é válida para escapamento, coroa, pinhão e corrente.
Multa para empresa fora do padrão pode chegar a R$ 1,5 milhão.
Rafael MiottoDo G1, em São Paulo
Conjunto de transmissão para motos formado por
coroa, corrente e pinhão (Foto: Divulgação)
A partir de 19 de março de 2016, fabricantes e importadores de peças só poderão vender correntes de transmissão, coroas, pinhões e escapamentos de motos desde que possuam a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). De acordo com portaria publicada pelo órgão em 19 de março deste ano, as empresas têm até 19 de setembro de 2015 para certificar os produtos.
Nas lojas, os comerciantes de varejo terão até 19 de março de 2017 para vender os componentes sem certificação que estão em estoque. "O objetivo é aumentar a segurança dos usuários. Muitas peças são vendidas sem os requisitos mínimos de qualidade. Infelizmente, esta é a cultura do menor preço", afirma Leonardo Rocha, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dipac).
De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças (Anfamoto), este conjunto de peças – coroa, corrente, pinhão e escapamento – representa a maior parte da venda de motopeças no Brasil, apesar de a entidade não ter um número específico de comercializações.
Além de padronizar as peças, a medida deve ajudar fabricantes que produzem elementos de melhor qualidade. "A indústria está sendo vítima de uma concorrência predatória de marcas que inundam o mercado com peças de preços mais baixos e sem qualidade", argumenta Rocha.
"Para o segmento de motopeças, que lida diretamente com itens de segurança, é fundamental que se tenha qualidade e durabilidade nas peças comercializadas", diz Orlando Leone, presidente da Anfamoto.
A padronização das peças também é válida para veículos similares a motocicletas, como motonetas, ciclomotores, tricicloes e quadriciclos
Escapamentos para motos (Foto: Divulgação)
Padrões internacionais
De acordo com o Inmetro, foram utilizados padrões internacionais e nacionais, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para definir durabilidade e resistência das peças. "A princípio, estes foram os itens que notamos apresentar os maiores problemas, mas estamos em estudo para expandir a outros itens", afirma Rocha.
A partir do momento em que a regulamentação entrar em vigor, o Inmetro indica que os próprios usuários podem auxiliar fazendo denúncias sobre peças ilegais sendo vendidas. De acordo com o órgão, as multas para empresas e lojas podem variar de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, mas o consumidor final não será fiscalizado.
"Cabe também ao Inmetro reforçar a fiscalizar em portos, aeroportos e fronteiras para coibir a entrada de produtos não conforme", enfatiza Orlando Leone. No entanto, para a associação, nem todos produtos que vem de fora do Brasil são ruins.
"Esses itens vêm de diversas partes de mundo. Porém, o produto importado que entra não é em sua grande parte de baixa qualidade, pois os importadores passam também por um rigoroso processo de importação e fiscalização. Inclusive, para entrarmos com os produtos importados no Brasil temos que fazer a homologação e certificação", explica Leone.
Corrente e coroa de moto (Foto: Divulgação)
Preço pode aumentar
Ainda é cedo para uma definição das empresas em relação ao preço dos produtos, mas no primeiro momento deve haver um aumento. "Para empresas já estruturadas que se baseiam dentro dos preceitos da qualidade, acredito que não haverá tanta elevação de custos e sim de adequação de processos, o que não quer dizer que o preço final não será impactado", explica Orlando Leone.
"No caso específico de coroa, corrente, pinhão e escapamentos, acredito que devam sofrer algum reajuste", acrescenta Leone. Segundo a Anfamoto, apesar do cenário de vendas de motos no Brasil não estar aquecido, o setor de motopeças se mantém em alta para a manutenção da frota de motos circulante de 18.114.464 unidades, de acordo com números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
"Quando o mercado não está aquecido o segmento de motopeças também é atingido, porém, é sabido que é preciso manter a manutenção da frota circulante o que consequentemente aquece momentaneamente o setor", afirma Leone.
Rafael MiottoDo G1, em São Paulo
coroa, corrente e pinhão (Foto: Divulgação)
A partir de 19 de março de 2016, fabricantes e importadores de peças só poderão vender correntes de transmissão, coroas, pinhões e escapamentos de motos desde que possuam a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). De acordo com portaria publicada pelo órgão em 19 de março deste ano, as empresas têm até 19 de setembro de 2015 para certificar os produtos.
Nas lojas, os comerciantes de varejo terão até 19 de março de 2017 para vender os componentes sem certificação que estão em estoque. "O objetivo é aumentar a segurança dos usuários. Muitas peças são vendidas sem os requisitos mínimos de qualidade. Infelizmente, esta é a cultura do menor preço", afirma Leonardo Rocha, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dipac).
De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças (Anfamoto), este conjunto de peças – coroa, corrente, pinhão e escapamento – representa a maior parte da venda de motopeças no Brasil, apesar de a entidade não ter um número específico de comercializações.
Além de padronizar as peças, a medida deve ajudar fabricantes que produzem elementos de melhor qualidade. "A indústria está sendo vítima de uma concorrência predatória de marcas que inundam o mercado com peças de preços mais baixos e sem qualidade", argumenta Rocha.
"Para o segmento de motopeças, que lida diretamente com itens de segurança, é fundamental que se tenha qualidade e durabilidade nas peças comercializadas", diz Orlando Leone, presidente da Anfamoto.
A padronização das peças também é válida para veículos similares a motocicletas, como motonetas, ciclomotores, tricicloes e quadriciclos
Padrões internacionais
De acordo com o Inmetro, foram utilizados padrões internacionais e nacionais, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para definir durabilidade e resistência das peças. "A princípio, estes foram os itens que notamos apresentar os maiores problemas, mas estamos em estudo para expandir a outros itens", afirma Rocha.
De acordo com o Inmetro, foram utilizados padrões internacionais e nacionais, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para definir durabilidade e resistência das peças. "A princípio, estes foram os itens que notamos apresentar os maiores problemas, mas estamos em estudo para expandir a outros itens", afirma Rocha.
A partir do momento em que a regulamentação entrar em vigor, o Inmetro indica que os próprios usuários podem auxiliar fazendo denúncias sobre peças ilegais sendo vendidas. De acordo com o órgão, as multas para empresas e lojas podem variar de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, mas o consumidor final não será fiscalizado.
"Cabe também ao Inmetro reforçar a fiscalizar em portos, aeroportos e fronteiras para coibir a entrada de produtos não conforme", enfatiza Orlando Leone. No entanto, para a associação, nem todos produtos que vem de fora do Brasil são ruins.
"Esses itens vêm de diversas partes de mundo. Porém, o produto importado que entra não é em sua grande parte de baixa qualidade, pois os importadores passam também por um rigoroso processo de importação e fiscalização. Inclusive, para entrarmos com os produtos importados no Brasil temos que fazer a homologação e certificação", explica Leone.
Preço pode aumentar
Ainda é cedo para uma definição das empresas em relação ao preço dos produtos, mas no primeiro momento deve haver um aumento. "Para empresas já estruturadas que se baseiam dentro dos preceitos da qualidade, acredito que não haverá tanta elevação de custos e sim de adequação de processos, o que não quer dizer que o preço final não será impactado", explica Orlando Leone.
Ainda é cedo para uma definição das empresas em relação ao preço dos produtos, mas no primeiro momento deve haver um aumento. "Para empresas já estruturadas que se baseiam dentro dos preceitos da qualidade, acredito que não haverá tanta elevação de custos e sim de adequação de processos, o que não quer dizer que o preço final não será impactado", explica Orlando Leone.
"No caso específico de coroa, corrente, pinhão e escapamentos, acredito que devam sofrer algum reajuste", acrescenta Leone. Segundo a Anfamoto, apesar do cenário de vendas de motos no Brasil não estar aquecido, o setor de motopeças se mantém em alta para a manutenção da frota de motos circulante de 18.114.464 unidades, de acordo com números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
"Quando o mercado não está aquecido o segmento de motopeças também é atingido, porém, é sabido que é preciso manter a manutenção da frota circulante o que consequentemente aquece momentaneamente o setor", afirma Leone.
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